2020

Resumo: “Diásporas Imaginadas: Atlântico Negro e Histórias Afro-brasileiras”, de Kim D. Butler e Petrônio Domingues, explora a diáspora e experiência afro-brasileira, visando reconstituir e examinar aspectos dessa relação. Publicado em 2020, critica abordagens essencialistas e nacionalistas, utilizando a diáspora como ferramenta teórica para analisar a a vida de populações afro-brasileiras em diálogo afrodiaspórico. Destaca a participação ativa dos afro-brasileiros no circuito transnacional negro.

Palavras-chave: Histórias Afro-brasileiras, Atlântico Negro, Diáspora.

Transnacionalismo Negro — Resenha de Charlisson Silva de Andrade (PPGS/UFS) sobre o livro “Diáspora imaginadas”, de Kim Butler e Petrônio Domingues Read More »

Resumo: Em “Racismo sem racistas: o racismo da cegueira de cor e a persistência da desigualdade na América”, Eduardo Bonilla-Silva explora o “racismo da cegueira de cor” nos EUA, uma ideologia que justifica desigualdades raciais sem reconhecer o racismo estrutural. Critica-se a postura das pessoas brancas que negam responsabilidade pelas desvantagens raciais. A obra, elogiada por sua originalidade e rigor teórico, enfrenta críticas por seu tom proselitista na conclusão, onde prescreve ações antirracistas.

Palavras-chave: Racismo, Racistas, Racismo Estrutural.

Cegueira de cor — Resenha de Petrônio Domingues (UFS) sobre o livro “Racismo sem racistas: o racismo da cegueira de cor e a persistência da desigualdade na América”, de Eduardo Bonilla-Silva Read More »

Resumo: “O Massacre dos Libertos: Sobre raça e república no Brasil (1888–1889)”, de Matheus Gato, analisa o impacto do Massacre de 17 de novembro na racialização pós-abolição no Maranhão. A obra destaca a complexidade das relações raciais e a manipulação da memória histórica. Críticas apontam para repetições excessivas, mas elogiam o uso diversificado de fontes para evidenciar o racismo e a opressão. É valorizado como recurso para estudiosos das dinâmicas raciais e históricas do Brasil.

Palavras-chave: Massacre de 17 de Novembro, Proclamação da República, Raça.

Memória em disputa — Resenha de Maykon Paulo da Silva Guimarães (PROHIS/UFS) sobre a obra “O Massacre dos Libertos: Sobre raça e república no Brasil (1888–1889)”, de Matheus Gato Read More »

Resumo: Em @Decolonizando_saberes: mulheres negras na Ciência’, Bárbara Carine Soares Pinheiro busca divulgar a produção de mulheres negras nas ciências biomédicas, matemáticas e tecnológicas. A obra enfrenta críticas por focar mais em cientistas afro-americanas, apesar de enfatizar a relevância dos saberes africanos e a luta contra o racismo e sexismo acadêmico.”

Palavras-chave: Mulheres negras, Ciência, Saberes.

Narrativas de cientistas negras – Resenha de Maria Eduarda Noberto (UFPB) e Adriana da Silva Simões (UFPB) sobre o livro “@Descolonizando_Saberes: mulheres negras na Ciência”, de Bárbara Carine Soares Pinheiro Read More »

Resumo: A Máquina do Ódio”, de Patrícia Campos Mello, discute a manipulação de informações nas redes sociais e seus impactos nas eleições globais. A obra mescla experiências pessoais da autora com análises de técnicas como firehosing e microtargeting, destacando a ameaça à liberdade de imprensa e à democracia.

Palavras-chave: Ódio, Redes Sociais, Fake News.

Censura Moderna e Tecnopopulismo — Resenha de Bárbara Viana Bezerra Nobre (UFPE) e Maria Enesia da Silva Neta (UFC) sobre o livro “A máquina do ódio: notas de uma repórter sobre fake news e violência digital”, de Patrícia Campos Mello Read More »

Resumo: João Paulo Gama Oliveira, Lisiane Sias Manke e Magno Francisco de Jesus Santos organizaram a obra “Histórias do Ensino de História: projetos de nação, materiais didáticos e trajetórias docentes”. Esta coletânea reuniu trabalhos sobre a história ensinada no Brasil, no Ensino Primário, Secundário e Superior, nos séculos XIX e XX. Os textos analisam recursos didáticos e seus usos, as trajetórias dos docentes, os projetos para o ensinar História e as relações entre a legislação nacional, os currículos, e as práticas em sala de aula.

Palavras-chave: Ensino de História, História da Educação, Práticas Pedagógicas.

Abordagens da Docência Histórica – Resenha de Clivya Nobre (UFRN), sobre o livro “Histórias do Ensino de História: projetos de nação, materiais didáticos e trajetórias docentes”, organizado por João Paulo Gama Oliveira, Lisiane Sias Manke e Magno Francisco de Jesus Santos Read More »

Resumo: Esboço Histórico e Geográfico do Baixo São Francisco, é a publicação do manuscrito do mesmo nome, escrito por Antônio Xavier de Assis e organizado por Carlos Pinna de Assis e Gilfrancisco dos Santos. A obra de perspectiva geográfica e historiográfica, aborda a vida em torno do Rio São Francisco, entre os séculos XVII e XIX.

Palavras-chave: Rio São Francisco, Baixo São Francisco, Colonização.

Memórias do Velho Chico — Resenha de Antônio Fernando de Araújo Sá (UFS), sobre o livro “Esboço Histórico e Geográfico do Baixo São Francisco”, de Antônio Xavier de Assis, organizado por Carlos Pinna de Assis e Gilfrancisco dos Santos Read More »

Resumo: “Um Feminismo Decolonial”, de Françoise Vergès, apresenta uma análise crítica do feminismo tradicional e eurocêntrico e propõe um feminismo decolonial, que leve em consideração a história, a cultura e as experiências das mulheres não-brancas e colonizadas. Além de apresentar a visão de Vergès sobre o feminismo radical e o papel das mulheres na transformação social, o livro aborda a definição do feminismo decolonial e como ele difere de outras abordagens feministas. O livro também discute a evolução do feminismo para um feminismo civilizatório do século XXI e as possibilidades de construção de uma sociedade mais igualitária e justa.

Palavras-chave: Feminismo Decolonial, Feminismo Tradicional, Mulheres.

Radicalização à esquerda – Resenha de “Um Feminismo Decolonial” de Françoise Vergès, por Joseane Santos da Costa (SEED-AL/UFS) e Sâmara Cavalcante Rocha (SME-AR/UFS) Read More »

Resumo: Berlim, lançado no Brasil em 2020, é uma escrita acerca do passado alemão, com a ascensão do nazismo nos anos 1920, num formato de Graphic Novel. Intercalando lirismo e realismo, fruto de uma vasta pesquisa para a fundamentação histórica, a obra objetiva refletir acerca das estratégias usadas pelo regime para tornar-se uma opção viável na mentalidade do povo alemão.

Palavras-chave: Nazismo, Totalitarismo, Hq, Quadrinhos.

Mecanismos de Ascensão dos Totalitarismo – Resenha de Marcos Manoel Silva Severiano (URCA) sobre o livro “Berlim”, de Jason Lutes Read More »

Resumo: Em Os Quilombos como Novos Nomos da Terra : da Forma-Valor à Forma-Comunidade”, Luis Eduardo Gomes do Nascimento reflete sobre a “c olonialidade do poder” e a “modernidade periférica” ​​e defende a instituição quilombo como uma espécie de novo nomo da terra.

Palavras-chave: Quilombos, Colonialidade, Modernidade periférica.

Resistência e Cidadania — Resenha de Érica Simone Rodrigues da Paz Souza (PPGEAFIN/Uneb), sobre o livro “Os quilombos como novos nomos da terra: da forma-valor à forma-comunidade, de Luis Eduardo Gomes do Nascimento Read More »

Resumo: Uma das possibilidades para se debater a inclusão dos povos originários é travar contato com a trajetória intelectual de Ailton Krenak, autor de Ideias para adiar o fim do mundo (2019) e A vida não é útil (2020). No primeiro, Krenak reúne falas proferidas em Portugal, no período 2017-2019. O segundo é constituído também por falas e transcrição de entrevistas, produzidas no mesmo período 2017/2029. Nesta resenha, avalio o empreendimento do autor, ressaltando inicialmente, os apelos em igual sentido, lançados por John Monteiro – “resgatar os excluídos da história” e Victor Leonardi – contar a história do Brasil sob perspectiva indígena. 

Palavras-chave: Povos Indígenas, Ailton Krenak, Fim do Mundo.

Memory of (de)colonized – Antônio Fernando de Araújo Sá’s review of “Ideias para adiar o fim do mundo” and “A vida não é útil” by Ailton Krenak. Read More »

Resumo: Quilombos: Resistência ao escravismo, de Clóvis Steiger de Assis Moura (1925-2003), explora os significados de quilombos as formas de organização social e política e as estratégias de resistência de Palmares. Lançada em segunda edição, no ano 2020, pela editora Expressão Popular, o livro defende os quilombos como uma forma de luta e oposição à opressão em que estavam submetidos os escravizados (classe oprimida) pelos seus senhores (opressores). O meio empregado é o aparato teórico marxista que ajuda a mostrar as contradições existentes no capitalismo monocultor, escravocrata e agroexportador do Brasil no período até fins da escravidão em 1888.

Palavras-chave: Quilombos, Palmares, Resistência.


Fight and freedom – Tiago Rodrigues Souza’s review Quilombos: resistance to slavery by Clóvis Moura

Luta e liberdade – Resenha de Tiago Rodrigues Souza (SEC-BA/Uneb) sobre “Quilombos: resistência ao escravismo”, de Clóvis Moura Read More »

Resenhado por Joyce Ferreira Sousa (URCA) | ID Orcid: https://orcid.org/0000-0002-0139-2857. Com uma linguagem que se propõe clara e simples, Marcos Napolitano desenvolve no livro História contemporânea: Vol. 2: do entreguerras à ordem mundial uma relevante apresentação sobre os eventos que abalaram o mundo ao longo do século XX. Sua periodização abarca dos anos 1920 até

Conturbado século XX – Resenha de “História Contemporânea 2 – do entreguerras à nova ordem mundial”, de Marcos Napolitano Read More »

Resenhado por Antônio Fernando de Araújo Sá (UFS) | ID Orcid: https://orcid.org/0000-0001-6496-4456. Publicada pela editora Letra e Voz, a coleção História Oral e dimensões do público, coordenada por Juniele Rabêlo de Almeida, tem divulgado pesquisas desenvolvidas em diferentes regiões e instituições brasileiras em torno de memórias e narrativas em confronto no tempo presente, por meio de

Memórias de Lutas – Resenha de “História oral e conflitos rurais: Memórias de lutas”, organizado por Marcus Dezemone e Edilza Fontes Read More »