Acordes de sanfona – Resenha de Rafael Silva (UNIRIO), sobre o livro “O Fole Roncou! [Uma História do Forró]”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues

Rosualdo Rodrigues e Carlos Marcelo | Imagem: Tribuna do Norte

Resumo: O Fole Roncou! Uma História do Forró, de Carlos Marcelo Carvalho e Rosualdo Rodrigues, tem como objetivo traçar a história do forró, destacando figuras icônicas como Luiz Gonzaga. Os autores são elogiados pela pesquisa detalhada e narrativa envolvente.

Palavras-chave: forró; baião; música brasileira.


O Fole Roncou! Uma História do Forró é um livro escrito pelos jornalistas Carlos Marcelo Carvalho e Rosualdo Rodrigues, publicado em 2012 pela editora Zahar. Como sugere o título, o objetivo do livro é narrar a trajetória de notáveis compositores, músicos, intérpretes e produtores que contribuíram para a construção do gênero musical conhecido como forró. A narrativa abrangente parte desde momentos da infância de Luiz Gonzaga até a evolução do forró moderno, após a morte do Rei do Baião.

O livro revela informações de bastidores, através de conversas, letras de músicas e notícias de jornais da época, desmistificando o glamour criado em torno do artista. Diversas entrevistas foram realizadas por Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues, contando com a colaboração de Mariana Moreira. A obra é dividida em 21 capítulos, além de um epílogo apelidado de ‘bis’. Cada seção narra a trajetória de um músico e sua relação com a cena do forró. No primeiro capítulo, por exemplo, é contada a trajetória inicial de Luiz Gonzaga, incluindo informações sobre o motivo da escolha de seu instrumento, de suas vestimentas e sua carreira. Já no segundo capítulo, é narrada a história da cantora Marinês, que ao longo da carreira formou parceria com Luiz Gonzaga. Assim, são estabelecidas linhas cronológicas que possuem pontos de convergência. As narrativas vão se entrelaçando, tendo Gonzaga como personagem recorrente na maioria delas. Os autores também abordam problemas do cotidiano desses músicos, muitos dos quais vieram de profissões simples que não remuneravam adequadamente esses artistas, enfrentaram acidentes, doenças, violência doméstica e atendimentos de saúde inadequados. O livro possui 472 páginas e uma seção de agradecimentos ao final.

Existe uma ordem cronológica entre os acontecimentos, porém não é estritamente seguida pelo autor. A cada nova narrativa, há uma retomada ao passado para contar as origens desse artista, relatando sobre sua origem geográfica, suas influências e suas ideias iniciais. No caso de Luiz Gonzaga, por exemplo, sua inspiração vai além do som. É narrado de onde vieram os trajes utilizados pelo artista em suas apresentações e, como consequência, o impacto visual das vestimentas para o público brasileiro e, principalmente, da cidade do Rio de Janeiro. O Rio é apresentado como um local de provação para todos os artistas que aspiravam ter sucesso na carreira do forró, lá eram gravados os programas de rádio e TV que lançavam os músicos. É interessante notar que no Nordeste se transmitiam os programas do Rio. Então, para o artista ser difundido em seu próprio estado, era necessário ir para o Sudeste e gravar os programas de lá.

A lista de personagens narrados nessa história é extensa, incluindo Luiz Gonzaga, Zé Dantas, Jackson do Pandeiro, Antônio Barros, João do Vale, Onildo, Ary Lobo, Marinês, Zé Marcolino, Dominguinhos, Genival Lacerda, Trio Mossoró, Geraldo Correia, Pedro Sertanejo, Gonzaguinha, Lucinete Ferreira, Oswaldinho do Acordeon, Zé Calixto, João do Pife, Trio Nordestino, Elino Julião, Messias Holanda, João Gonçalves, Nelson Valença, Osvaldo Oliveira, Abdias dos Oito Baixos, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Belchior, Elba Ramalho, Zé Ramalho, João Silva, Fagner, Humberto Teixeira, Emanuel Gurgel, grupo Mastruz com Leite, Falamansa. O foco da narrativa muitas vezes se centraliza em uma história particular, mas percebemos que o objetivo principal é entender a construção do forró. Todas as narrativas são ricas em detalhes, destacando a importância do relato sobre Pedro Sertanejo, seu forró e o selo Cantagalo, que são destacados como elementos importantes para a preservação da cultura nordestina na cidade de São Paulo.

A linha do tempo aborda momentos significativos da história brasileira, a exemplo do golpe militar de 1964. Os autores descrevem como alguns artistas de forró enfrentaram a censura musical, frequentemente aplicada a letras com duplo sentido e conotação sexual. Alguns desses artistas foram ameaçados de prisão caso continuassem a cantar suas músicas. O livro também discute o impacto das músicas de protesto e seus principais expoentes. Caetano Veloso e Gilberto Gil são citados como grandes contribuintes para o fortalecimento do forró.

Dentro dessa narrativa, inicialmente, é apontado um certo enfraquecimento quando o violão se populariza entre os jovens e a sanfona começa a ser vista como antiquada. No entanto, quando esses artistas citam Luiz Gonzaga como uma grande influência em suas composições e até mesmo gravam sucessos do Rei do Baião, isso afeta diretamente os shows de Gonzagão.

“O fole roncou” – Baião de Nélson Valença e Luiz Gonzaga, gravado pela Odeon em 1973 | Imagem: Canal Gonzaga Music

A busca por compositores parceiros para Gonzaga é um tema recorrente no livro. Gonzaga foi responsável por lançar diversos compositores nordestinos, que segundo ele, eram pessoas que ‘não andavam de avião’, pois o Rei acreditava figurativamente que voar de avião estragava as composições, o compositor tinha que ser ‘raiz’. Gonzaga frequentemente visitava o Nordeste para estabelecer essas parcerias, muitas vezes surgidas de relatos da população local, que comentava sobre compositores muito bons. Dessa forma, sempre havia uma renovação do repertório e novos sucessos a serem lançados. Dentre esses compositores temos Humberto Teixeira, no início de carreira do Rei do Baião, até Fagner, nos últimos momentos de vida de Gonzagão. A morte de Luiz Gonzaga é um momento delicado do livro, pois relata seu sofrimento devido à osteoporose grave e seus problemas pulmonares.

O livro conta com uma seção de fotos que ilustram as narrativas e demonstram principalmente como eram as vestimentas dos artistas. Sendo um livro sobre música, é necessário ouvir as gravações mencionadas para ter uma compreensão completa dessas histórias ricas em detalhes. Os jornalistas Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues entrelaçam diversas narrativas distintas de forma leve, dando continuidade e fluidez às histórias. A publicação é relevante, pois compila informações pouco exploradas na história da música brasileira, que podem levar a novos desdobramentos na pesquisa musicológica.

O Fole Roncou cumpre o objetivo anunciado, sendo indicado para o público geral que se interessa pelo assunto, mas também possui profundidade para aqueles que desejam se especializar no tema e usá-lo como referência em um trabalho acadêmico. Como relato pessoal, afirmo que o resgate da memória nordestina é necessário para o conhecimento da história cultural de muitos que são descendentes de todo o processo de migração do povo nordestino para o Sudeste, sendo esse meu caso.

Sumário de “O Fole Roncou! [Uma História do Forró]”

  • Introdução – Onde estão os mestres da cantoria?
  • 1. Eu vou mostrar pra vocês
  • 2. Quem é essa caboclinha?
  • 3. Rumo ao tabuleiro de cuscuz
  • 4. Tem de tudo na feira
  • 5. Todo tempo é pouco
  • 6. O Jumento e a Lambreta
  • 7. Carne de sol com tagliatelle
  • 8. O xodó do sanfoneiro
  • 9. As caravanas e o coroné
  • 10. De lascar o cano
  • 11. Todos conhecem Severina
  • 12. Ô lapa de tesoura!
  • 13. Bicho, o Rei voltou
  • 14. Pelo sertão, lá vai a fé
  • 15. A Rainha machucada
  • 16. Cabeludos do futuro
  • 17. Pra corda não rebentar
  • 18. Nem se despediu de mim
  • 19. O dono do baralho
  • 20. Tropa de resistência
  • 21. O que se leva dessa vida
  • Epílogo – O sangue bombeia o destino
  • Entrevistas
  • Referências Bibliográficas
  • Créditos das imagens
  • Agradecimentos

Resenhista

Rafael Silva é mestre em Música pela UNIRIO. Publicou, entre outros trabalhos, A atividade laboral dos músicos de cinema, entre os anos 1986 e 1929: um estudo a partir das atas do centro musical do Rio de Janeiro e seus associados” (2023) ID: LATTES: 7987348021146062; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0001-3578-7654; E-mail: [email protected].


Para citar esta resenha

MARCELO, C.; RODRIGUES, R. O Fole Roncou! [Uma História do Forró]. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 2012. 472p. Resenha de: SILVA, Rafael. Acordes de sanfona. Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.17, mar./abr., 2024. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/acordes-de-sanfona-resenha-de-rafael-silva-sobre-o-livro-o-fole-roncou-uma-historia-do-forro-de-carlos-marcelo-e-rosualdo-rodrigues/>.

 


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.17, maio/jun., 2024 | ISSN 2764-2666.

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Acordes de sanfona – Resenha de Rafael Silva (UNIRIO), sobre o livro “O Fole Roncou! [Uma História do Forró]”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues

Rosualdo Rodrigues e Carlos Marcelo | Imagem: Tribuna do Norte

Resumo: O Fole Roncou! Uma História do Forró, de Carlos Marcelo Carvalho e Rosualdo Rodrigues, tem como objetivo traçar a história do forró, destacando figuras icônicas como Luiz Gonzaga. Os autores são elogiados pela pesquisa detalhada e narrativa envolvente.

Palavras-chave: forró; baião; música brasileira.


O Fole Roncou! Uma História do Forró é um livro escrito pelos jornalistas Carlos Marcelo Carvalho e Rosualdo Rodrigues, publicado em 2012 pela editora Zahar. Como sugere o título, o objetivo do livro é narrar a trajetória de notáveis compositores, músicos, intérpretes e produtores que contribuíram para a construção do gênero musical conhecido como forró. A narrativa abrangente parte desde momentos da infância de Luiz Gonzaga até a evolução do forró moderno, após a morte do Rei do Baião.

O livro revela informações de bastidores, através de conversas, letras de músicas e notícias de jornais da época, desmistificando o glamour criado em torno do artista. Diversas entrevistas foram realizadas por Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues, contando com a colaboração de Mariana Moreira. A obra é dividida em 21 capítulos, além de um epílogo apelidado de ‘bis’. Cada seção narra a trajetória de um músico e sua relação com a cena do forró. No primeiro capítulo, por exemplo, é contada a trajetória inicial de Luiz Gonzaga, incluindo informações sobre o motivo da escolha de seu instrumento, de suas vestimentas e sua carreira. Já no segundo capítulo, é narrada a história da cantora Marinês, que ao longo da carreira formou parceria com Luiz Gonzaga. Assim, são estabelecidas linhas cronológicas que possuem pontos de convergência. As narrativas vão se entrelaçando, tendo Gonzaga como personagem recorrente na maioria delas. Os autores também abordam problemas do cotidiano desses músicos, muitos dos quais vieram de profissões simples que não remuneravam adequadamente esses artistas, enfrentaram acidentes, doenças, violência doméstica e atendimentos de saúde inadequados. O livro possui 472 páginas e uma seção de agradecimentos ao final.

Existe uma ordem cronológica entre os acontecimentos, porém não é estritamente seguida pelo autor. A cada nova narrativa, há uma retomada ao passado para contar as origens desse artista, relatando sobre sua origem geográfica, suas influências e suas ideias iniciais. No caso de Luiz Gonzaga, por exemplo, sua inspiração vai além do som. É narrado de onde vieram os trajes utilizados pelo artista em suas apresentações e, como consequência, o impacto visual das vestimentas para o público brasileiro e, principalmente, da cidade do Rio de Janeiro. O Rio é apresentado como um local de provação para todos os artistas que aspiravam ter sucesso na carreira do forró, lá eram gravados os programas de rádio e TV que lançavam os músicos. É interessante notar que no Nordeste se transmitiam os programas do Rio. Então, para o artista ser difundido em seu próprio estado, era necessário ir para o Sudeste e gravar os programas de lá.

A lista de personagens narrados nessa história é extensa, incluindo Luiz Gonzaga, Zé Dantas, Jackson do Pandeiro, Antônio Barros, João do Vale, Onildo, Ary Lobo, Marinês, Zé Marcolino, Dominguinhos, Genival Lacerda, Trio Mossoró, Geraldo Correia, Pedro Sertanejo, Gonzaguinha, Lucinete Ferreira, Oswaldinho do Acordeon, Zé Calixto, João do Pife, Trio Nordestino, Elino Julião, Messias Holanda, João Gonçalves, Nelson Valença, Osvaldo Oliveira, Abdias dos Oito Baixos, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Belchior, Elba Ramalho, Zé Ramalho, João Silva, Fagner, Humberto Teixeira, Emanuel Gurgel, grupo Mastruz com Leite, Falamansa. O foco da narrativa muitas vezes se centraliza em uma história particular, mas percebemos que o objetivo principal é entender a construção do forró. Todas as narrativas são ricas em detalhes, destacando a importância do relato sobre Pedro Sertanejo, seu forró e o selo Cantagalo, que são destacados como elementos importantes para a preservação da cultura nordestina na cidade de São Paulo.

A linha do tempo aborda momentos significativos da história brasileira, a exemplo do golpe militar de 1964. Os autores descrevem como alguns artistas de forró enfrentaram a censura musical, frequentemente aplicada a letras com duplo sentido e conotação sexual. Alguns desses artistas foram ameaçados de prisão caso continuassem a cantar suas músicas. O livro também discute o impacto das músicas de protesto e seus principais expoentes. Caetano Veloso e Gilberto Gil são citados como grandes contribuintes para o fortalecimento do forró.

Dentro dessa narrativa, inicialmente, é apontado um certo enfraquecimento quando o violão se populariza entre os jovens e a sanfona começa a ser vista como antiquada. No entanto, quando esses artistas citam Luiz Gonzaga como uma grande influência em suas composições e até mesmo gravam sucessos do Rei do Baião, isso afeta diretamente os shows de Gonzagão.

“O fole roncou” – Baião de Nélson Valença e Luiz Gonzaga, gravado pela Odeon em 1973 | Imagem: Canal Gonzaga Music

A busca por compositores parceiros para Gonzaga é um tema recorrente no livro. Gonzaga foi responsável por lançar diversos compositores nordestinos, que segundo ele, eram pessoas que ‘não andavam de avião’, pois o Rei acreditava figurativamente que voar de avião estragava as composições, o compositor tinha que ser ‘raiz’. Gonzaga frequentemente visitava o Nordeste para estabelecer essas parcerias, muitas vezes surgidas de relatos da população local, que comentava sobre compositores muito bons. Dessa forma, sempre havia uma renovação do repertório e novos sucessos a serem lançados. Dentre esses compositores temos Humberto Teixeira, no início de carreira do Rei do Baião, até Fagner, nos últimos momentos de vida de Gonzagão. A morte de Luiz Gonzaga é um momento delicado do livro, pois relata seu sofrimento devido à osteoporose grave e seus problemas pulmonares.

O livro conta com uma seção de fotos que ilustram as narrativas e demonstram principalmente como eram as vestimentas dos artistas. Sendo um livro sobre música, é necessário ouvir as gravações mencionadas para ter uma compreensão completa dessas histórias ricas em detalhes. Os jornalistas Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues entrelaçam diversas narrativas distintas de forma leve, dando continuidade e fluidez às histórias. A publicação é relevante, pois compila informações pouco exploradas na história da música brasileira, que podem levar a novos desdobramentos na pesquisa musicológica.

O Fole Roncou cumpre o objetivo anunciado, sendo indicado para o público geral que se interessa pelo assunto, mas também possui profundidade para aqueles que desejam se especializar no tema e usá-lo como referência em um trabalho acadêmico. Como relato pessoal, afirmo que o resgate da memória nordestina é necessário para o conhecimento da história cultural de muitos que são descendentes de todo o processo de migração do povo nordestino para o Sudeste, sendo esse meu caso.

Sumário de “O Fole Roncou! [Uma História do Forró]”

  • Introdução – Onde estão os mestres da cantoria?
  • 1. Eu vou mostrar pra vocês
  • 2. Quem é essa caboclinha?
  • 3. Rumo ao tabuleiro de cuscuz
  • 4. Tem de tudo na feira
  • 5. Todo tempo é pouco
  • 6. O Jumento e a Lambreta
  • 7. Carne de sol com tagliatelle
  • 8. O xodó do sanfoneiro
  • 9. As caravanas e o coroné
  • 10. De lascar o cano
  • 11. Todos conhecem Severina
  • 12. Ô lapa de tesoura!
  • 13. Bicho, o Rei voltou
  • 14. Pelo sertão, lá vai a fé
  • 15. A Rainha machucada
  • 16. Cabeludos do futuro
  • 17. Pra corda não rebentar
  • 18. Nem se despediu de mim
  • 19. O dono do baralho
  • 20. Tropa de resistência
  • 21. O que se leva dessa vida
  • Epílogo – O sangue bombeia o destino
  • Entrevistas
  • Referências Bibliográficas
  • Créditos das imagens
  • Agradecimentos

Resenhista

Rafael Silva é mestre em Música pela UNIRIO. Publicou, entre outros trabalhos, A atividade laboral dos músicos de cinema, entre os anos 1986 e 1929: um estudo a partir das atas do centro musical do Rio de Janeiro e seus associados” (2023) ID: LATTES: 7987348021146062; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0001-3578-7654; E-mail: [email protected].


Para citar esta resenha

MARCELO, C.; RODRIGUES, R. O Fole Roncou! [Uma História do Forró]. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 2012. 472p. Resenha de: SILVA, Rafael. Acordes de sanfona. Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.17, mar./abr., 2024. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/acordes-de-sanfona-resenha-de-rafael-silva-sobre-o-livro-o-fole-roncou-uma-historia-do-forro-de-carlos-marcelo-e-rosualdo-rodrigues/>.

 


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.17, maio/jun., 2024 | ISSN 2764-2666.

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