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Todos os textos publicados em Crítica Historiográfica

Exumando a rebelião dos autos – Resenha de Danilo dos Santos Rabelo (UNB) sobre o livro “Vidas Rebeldes, Belos Experimentos: Histórias íntimas de meninas negras desordeiras, mulheres encrenqueiras e queers radicais” de Saidyia Hartman


Resumo: “Vidas Rebeldes, Belos Experimentos” de Saidiya Hartman explora histórias íntimas de meninas negras e queers radicais, utilizando o método de fabulação crítica. O objetivo é resgatar memórias e personagens históricos marginalizados, embora a explicação do método seja breve, potencialmente confundindo novos leitores

Palavras-chave:. Meninas negras, Meninas Queers, Personagens Marginalizados.

Resenha de Maria Margarida Dias de Oliveira (UFRN) sobre o livro “Elke: Mulher maravilha”, de Chico Felitti


Resumo: “Elke: Mulher maravilha”, de Chico Felitti, narra acontecimentos da vida de Elke Grünupp, artista brasileira, nascida na Alemanha, destacada por atitudes anarquistas e críticas ao status quo. Leitura envolvente e exemplo de crítica de fontes e posicionamento autoral, o livro peca pela linearidade cronológica dominante na composição.

Palavras-chave: Maravilha, Mulher, Biografia.

Crua memória da periferia – Resenha de Juliana Silva Santana (UECE) sobre o livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada” de Carolina Maria de Jesus


Resumo: “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus, expõe a realidade de uma favela em São Paulo nas décadas de 1950 e 1960. O diário ilustra a luta diária de Carolina como mãe solo e catadora de papel, abordando questões de pobreza, racismo e desigualdade social. A obra, ainda relevante em 2024, reflete sobre opressões interseccionais e a marginalização das comunidades negras e faveladas, cumprindo um papel social e literário significativo.

Palavras-chave: Favela, Mulher Negra; Desigualdade Social.

Empoderada — Resenha de Diogeano Marcelo de Lima (FP), sobre o livro “Maria Quitéria: A Soldada que Conquistou o Império”, de Rosa Symanski


Resumo: “Maria Quitéria: A Soldada que Conquistou o Império”, de Rosa Symanski, busca ilustrar a vida de Maria Quitéria como mulher e guerreira. A obra mistura narrativa ficcional com fatos históricos, mas enfrenta críticas pela falta de clareza entre ficção e realidade e a escassez de detalhes pós-independência.

Palavras-chave: Maria Quitéria, Biografia, Mulher.

Amor revolucionário e feminismo decolonial — Resenha de Viviane Andrade Passos (UFS) sobre o livro “Uma teoria feminista da violência”, de Françoise Vergès


Resumo: “Uma teoria feminista da violência”, escrito por Françoise Vergès, explora o feminismo decolonial e critica o feminismo branco-burguês. A obra enfatiza as desigualdades enfrentadas por mulheres racializadas e a importância de políticas públicas inclusivas. Destaca-se pela crítica à violência estatal e a convocação para o combate às violências sistêmicas.

Palavras-chave: Teoria Feminista, Violência, Feminismo Decolonial.

Institucionalização de princípios morais – Resenha de Jennifer Andreyne Alves dos Santos (UFS) e Valéria da Conceição Eleoterio Santos (UFS) sobre o livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição, de Josineide Siqueira de Santana


Resumo: “Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição”, de Josineide Siqueira de Santana, analisa a educação feminina em Sergipe no século XX. A obra, resultado do mestrado da autora, explora as restrições e influências da Igreja Católica na educação das mulheres, destacando a limitação de suas perspectivas sociais e profissionais. Apesar de uma abordagem pouco crítica, o livro oferece insights valiosos sobre a historicidade feminina e a cultura escolar da época.

Palavras-chave: Práticas Educativas, Educação Feminina, Cultura Escolar.

Racismo sexista e resistência antirracista — Resenha de Sheila Briano de Oliveira (SECBA//Uneb) sobre o livro “Daqui em não saio, daqui ninguém me tira: a luta das mulheres negras pelo direito à terra no Brasil”, de Keisha-Khan Y. Perry


Resumo: “Daqui em não saio, daqui ninguém me tira”, de Keisha-Khan Y. Perry, lançado em 2022 pela EDUFBA, é uma etnografia sobre a política das mulheres negras no Brasil. A obra visa discutir o racismo sexista e na diáspora, destacando a luta dessas mulheres pelo direito à terra. Criticada positivamente, revela a interseção de raça, gênero e urbanismo no contexto brasileiro.

Palavras-chave: Mulheres Negras, Movimentos Sociais, Racismo, Direito à Terra.

Memórias de Alexandra — Resenha de Anny Luiza Gomes Melo Santos (UFS) e Fabiana Manuela Batista Vasconcelos (UFS) sobre o livro “Fragmentos de memórias”, de Alexandra Brito


Resumo: “Fragmentos de Memória” de Alexandra Brito, publicado em 2021, é uma autobiografia focada na infância da autora, explorando memórias marcantes com sensibilidade e simplicidade. Embora ofereça uma visão multifacetada da vida de Brito, a obra é criticada por lacunas informativas e uso excessivo de reticências, que podem dificultar a compreensão e o engajamento do leitor. A estrutura não-linear do livro destaca momentos importantes da vida da autora, potencialmente servindo como recurso didático.

Palavras-chave: Memória, Autobiografia, Infância.

Narrativas de cientistas negras – Resenha de Maria Eduarda Noberto (UFPB) e Adriana da Silva Simões (UFPB) sobre o livro “@Descolonizando_Saberes: mulheres negras na Ciência”, de Bárbara Carine Soares Pinheiro


Resumo: Em @Decolonizando_saberes: mulheres negras na Ciência’, Bárbara Carine Soares Pinheiro busca divulgar a produção de mulheres negras nas ciências biomédicas, matemáticas e tecnológicas. A obra enfrenta críticas por focar mais em cientistas afro-americanas, apesar de enfatizar a relevância dos saberes africanos e a luta contra o racismo e sexismo acadêmico.”

Palavras-chave: Mulheres negras, Ciência, Saberes.

Mulher na luta – Resenha de Moisés Santos Reis Amaral (SED/Fátima-BA) sobre o livro “Maria Bonita, a rainha do cangaço: sua biografia” é de autoria de João de Souza Lima


Resumo: A obra “Maria Bonita, a rainha do cangaço: sua biografia”, escrita por João de Souza Lima e lançada em 2022, explora a vida de Maria Gomes de Oliveira (Maria Bonita). Baseada em pesquisa de campo e entrevistas, busca traçar o perfil de Maria desde a infância, abordando sua entrada no cangaço e relação com Lampião. Criticada por sua linguagem poética e falta de aprofundamento social, a biografia é elogiada pelo levantamento exaustivo de fontes e pela contribuição ao conhecimento histórico sobre o cangaço.

Palavras-chave: Maria Bonita, Maria Gomes de Oliveira, Cangaço.

História das mulheres e das mulheres indígenas no Brasil – Breve nota bibliográfica | Blenda Cunha Moura (NEAB/IFAC)


Resumo: Neste artigo de revisão, descrevemos e comentamos alguns textos clássicos sobre a história das mulheres no Brasil, sobretudo no âmbito dos historiadores. Em seguida, comentamos sobre a raridade da bibliografia a respeito da história das mulheres indígenas e apontamos alguns caminhos que essa historiografia pode trilhar.

Palavras-chave: História das Mulheres, História das Mulheres Indígenas, Historiografia.

Experimentações tecnológicas em aprendizagem histórica – Resenha de Micaela Franciele Costa (UFS) sobre o livro “Ensino de História, tecnologias e metodologias ativas: novas experiências e saberes escolares”, organizado por Priscilla Leite, Cláudia Borges e Arnaldo Szlachta Júnior


Resumo: “Ensino de História, tecnologias e metodologias ativas”, organizado por Priscilla Leite, Cláudia Borges e Arnaldo Szlachta Júnior em 2022, explora o uso de tecnologias no ensino de História. Destina-se a educadores, discutindo a integração de dispositivos eletrônicos na educação histórica. Criticamente, a obra carece de uma contextualização mais profunda e exemplos práticos sobre a implementação de suas abordagens no contexto escolar.

Palavras-chave: Ensino de História, Metodologias Ativas, Saberes Escolares.

Sertanidade e aprendizagem histórica – Revisão da literatura | Sandra Maria dos Santos (SEC/Euclides da Cunha-BA)


Resumo: Este artigo de revisão analisa a cultura popular sertaneja, focando em festas juninas e literatura de cordel no Nordeste brasileiro (2018–2022). Utiliza uma abordagem interdisciplinar para explorar a identidade cultural, espaço e territorialidades do sertão, sugerindo pesquisas futuras para compreender melhor esses elementos na educação histórica.

Palavras-chave: Sertão, Sertanidade, Festa Junina, Literatura de Cordel.

Escrita artificial – Resenha de Marcos Manoel Silva Severiano (URCA) sobre “ChatGPT conta sua história: Como uma máquina aprendeu a escrever”, de ChatGPT IA


Resumo: ChatGPT conta sua história: Como uma máquina aprendeu a escrever” é uma obra inovadora de 2023, escrita pela própria IA ChatGPT. Em 46 páginas, detalha sua evolução e os mecanismos das redes neurais, oferecendo uma perspectiva única sobre como aprendeu a escrever e seus desafios na imitação da linguagem humana.

Palavras-chave: Inteligência Artificial, ChatGPT, Autobiografia, Aprendizagem Computacional.

Desnaturalizando tecnologias — Resenha da Jandson Bernardo Soares (UFRN) sobre o livro “Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes sociais”, de Tarcízio Silvio


Resumo: “Racismo Algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes sociais”, de Tarcízio Silvio, aborda o racismo estrutural nas tecnologias de IA. Silva, mestre e doutor em Ciências Humanas, explora a influência dos algoritmos na reprodução de padrões racistas. Embora repetitiva em alguns aspectos, destaca-se por não adotar um tom fatalista e por sugerir estratégias de combate ao preconceito racial..

Palavras-chave: Racismo, Inteligência Artificial, Tecnologias, Redes Sociais.

Visão contraditória – Resenha de Rômulo Gois de Aragão (UFS) sobre o livro “2041 – Como a inteligência artificial vai mudar sua vida nas próximas décadas”, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan


Resumo: “Como a Inteligência Artificial vai Mudar sua Vida nas Próximas Décadas”, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan, discute otimisticamente o impacto das IAs na sociedade. A obra, dividida em contos futuristas, explora avanços como aprendizado profundo, visão computacional e redes neurais. Apesar de prometer avanços humanitários, o livro não apresenta modelos claros para esses objetivos, levantando questões sobre desemprego estrutural e privacidade digital.

Palavras-chave: Inteligência Artificial, Aprendizagem de Máquina, Redes Neurais.

Visitantes inusitados – Resenha de Antônio Fernando Araújo Sá (UFS) sobre o livro “Memórias de Lampião em Limoeiro”, de Raimundo da Silva Araújo Júnior


Resumo: “Memórias de Lampião em Limoeiro”, de Raimundo da Silva Araújo Júnior, descreve reminiscências sobre a passagem de Lampião pela cidade de Limoeiro, estado do Ceará. O autor narra de forma ambígua a figura de Lampião, destacando personagens locais e a relação da cidade com o cangaço, abordando a complexidade da memória e do poder locais.

Palavras-chave: Lampião, Limoeiro-CE, Cangaço, Memória.

Amor e luta – Resenha de Moisés Santos Reis Amaral (PMF/BA) sobre o livro “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”, de Antônio Amaury Corrêa de Araújo


Resumo: Em “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”, Antônio Amaury Corrêa de Araújo narra a vida de Dadá e Corisco no cangaço, explorando suas origens e desafios. A obra, reconhecida por especialistas, combina relatos orais com análises históricas. Apesar de limitada pela ênfase na oralidade, representa uma contribuição valiosa à historiografia do cangaço, destacando-se pelo estilo narrativo envolvente e pelas entrevistas com contemporâneos.

Palavras-chave: Cangaço, Dadá, Corisco.

Racismo no Brasil — Resenha de Luciana Vilela Dourado Matos (Uneb) sobre o livro “Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser”, de Sueli Carneiro


Resumo: “Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser”, de Sueli Carneiro, explora o racismo no Brasil sob a ótica foucaultiana. Publicado em 2023, o livro aborda o Eu hegemônico e a subjugação do “outro”, oferecendo um estudo detalhado e crítico do racismo brasileiro, mas com uma abordagem complexa que pode limitar sua acessibilidade ao público não acadêmico.

Palavras-chave: Dispositivo de Racialidade, Racismo, Eu.

Animais e deuses – Resenha de Helber Vieira Durães (FAI) sobre o livro “Sapiens – Uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari


Resumo: “Sapiens – Uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari, publicado em 2020 pela Editora Companhia das Letras, explora as revoluções Cognitiva, Agrícola e Científica que moldaram a humanidade. Com 471 páginas, Harari, um historiador israelense, oferece uma perspectiva biológica, social e comportamental da espécie humana.

Palavras-chave: História da Humanidade, Revolução, Sapiens.

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Todos os textos publicados em Crítica Historiográfica

Exumando a rebelião dos autos – Resenha de Danilo dos Santos Rabelo (UNB) sobre o livro “Vidas Rebeldes, Belos Experimentos: Histórias íntimas de meninas negras desordeiras, mulheres encrenqueiras e queers radicais” de Saidyia Hartman


Resumo: “Vidas Rebeldes, Belos Experimentos” de Saidiya Hartman explora histórias íntimas de meninas negras e queers radicais, utilizando o método de fabulação crítica. O objetivo é resgatar memórias e personagens históricos marginalizados, embora a explicação do método seja breve, potencialmente confundindo novos leitores

Palavras-chave:. Meninas negras, Meninas Queers, Personagens Marginalizados.

Resenha de Maria Margarida Dias de Oliveira (UFRN) sobre o livro “Elke: Mulher maravilha”, de Chico Felitti


Resumo: “Elke: Mulher maravilha”, de Chico Felitti, narra acontecimentos da vida de Elke Grünupp, artista brasileira, nascida na Alemanha, destacada por atitudes anarquistas e críticas ao status quo. Leitura envolvente e exemplo de crítica de fontes e posicionamento autoral, o livro peca pela linearidade cronológica dominante na composição.

Palavras-chave: Maravilha, Mulher, Biografia.

Crua memória da periferia – Resenha de Juliana Silva Santana (UECE) sobre o livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada” de Carolina Maria de Jesus


Resumo: “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus, expõe a realidade de uma favela em São Paulo nas décadas de 1950 e 1960. O diário ilustra a luta diária de Carolina como mãe solo e catadora de papel, abordando questões de pobreza, racismo e desigualdade social. A obra, ainda relevante em 2024, reflete sobre opressões interseccionais e a marginalização das comunidades negras e faveladas, cumprindo um papel social e literário significativo.

Palavras-chave: Favela, Mulher Negra; Desigualdade Social.

Empoderada — Resenha de Diogeano Marcelo de Lima (FP), sobre o livro “Maria Quitéria: A Soldada que Conquistou o Império”, de Rosa Symanski


Resumo: “Maria Quitéria: A Soldada que Conquistou o Império”, de Rosa Symanski, busca ilustrar a vida de Maria Quitéria como mulher e guerreira. A obra mistura narrativa ficcional com fatos históricos, mas enfrenta críticas pela falta de clareza entre ficção e realidade e a escassez de detalhes pós-independência.

Palavras-chave: Maria Quitéria, Biografia, Mulher.

Amor revolucionário e feminismo decolonial — Resenha de Viviane Andrade Passos (UFS) sobre o livro “Uma teoria feminista da violência”, de Françoise Vergès


Resumo: “Uma teoria feminista da violência”, escrito por Françoise Vergès, explora o feminismo decolonial e critica o feminismo branco-burguês. A obra enfatiza as desigualdades enfrentadas por mulheres racializadas e a importância de políticas públicas inclusivas. Destaca-se pela crítica à violência estatal e a convocação para o combate às violências sistêmicas.

Palavras-chave: Teoria Feminista, Violência, Feminismo Decolonial.

Institucionalização de princípios morais – Resenha de Jennifer Andreyne Alves dos Santos (UFS) e Valéria da Conceição Eleoterio Santos (UFS) sobre o livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição, de Josineide Siqueira de Santana


Resumo: “Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição”, de Josineide Siqueira de Santana, analisa a educação feminina em Sergipe no século XX. A obra, resultado do mestrado da autora, explora as restrições e influências da Igreja Católica na educação das mulheres, destacando a limitação de suas perspectivas sociais e profissionais. Apesar de uma abordagem pouco crítica, o livro oferece insights valiosos sobre a historicidade feminina e a cultura escolar da época.

Palavras-chave: Práticas Educativas, Educação Feminina, Cultura Escolar.

Racismo sexista e resistência antirracista — Resenha de Sheila Briano de Oliveira (SECBA//Uneb) sobre o livro “Daqui em não saio, daqui ninguém me tira: a luta das mulheres negras pelo direito à terra no Brasil”, de Keisha-Khan Y. Perry


Resumo: “Daqui em não saio, daqui ninguém me tira”, de Keisha-Khan Y. Perry, lançado em 2022 pela EDUFBA, é uma etnografia sobre a política das mulheres negras no Brasil. A obra visa discutir o racismo sexista e na diáspora, destacando a luta dessas mulheres pelo direito à terra. Criticada positivamente, revela a interseção de raça, gênero e urbanismo no contexto brasileiro.

Palavras-chave: Mulheres Negras, Movimentos Sociais, Racismo, Direito à Terra.

Memórias de Alexandra — Resenha de Anny Luiza Gomes Melo Santos (UFS) e Fabiana Manuela Batista Vasconcelos (UFS) sobre o livro “Fragmentos de memórias”, de Alexandra Brito


Resumo: “Fragmentos de Memória” de Alexandra Brito, publicado em 2021, é uma autobiografia focada na infância da autora, explorando memórias marcantes com sensibilidade e simplicidade. Embora ofereça uma visão multifacetada da vida de Brito, a obra é criticada por lacunas informativas e uso excessivo de reticências, que podem dificultar a compreensão e o engajamento do leitor. A estrutura não-linear do livro destaca momentos importantes da vida da autora, potencialmente servindo como recurso didático.

Palavras-chave: Memória, Autobiografia, Infância.

Narrativas de cientistas negras – Resenha de Maria Eduarda Noberto (UFPB) e Adriana da Silva Simões (UFPB) sobre o livro “@Descolonizando_Saberes: mulheres negras na Ciência”, de Bárbara Carine Soares Pinheiro


Resumo: Em @Decolonizando_saberes: mulheres negras na Ciência’, Bárbara Carine Soares Pinheiro busca divulgar a produção de mulheres negras nas ciências biomédicas, matemáticas e tecnológicas. A obra enfrenta críticas por focar mais em cientistas afro-americanas, apesar de enfatizar a relevância dos saberes africanos e a luta contra o racismo e sexismo acadêmico.”

Palavras-chave: Mulheres negras, Ciência, Saberes.

Mulher na luta – Resenha de Moisés Santos Reis Amaral (SED/Fátima-BA) sobre o livro “Maria Bonita, a rainha do cangaço: sua biografia” é de autoria de João de Souza Lima


Resumo: A obra “Maria Bonita, a rainha do cangaço: sua biografia”, escrita por João de Souza Lima e lançada em 2022, explora a vida de Maria Gomes de Oliveira (Maria Bonita). Baseada em pesquisa de campo e entrevistas, busca traçar o perfil de Maria desde a infância, abordando sua entrada no cangaço e relação com Lampião. Criticada por sua linguagem poética e falta de aprofundamento social, a biografia é elogiada pelo levantamento exaustivo de fontes e pela contribuição ao conhecimento histórico sobre o cangaço.

Palavras-chave: Maria Bonita, Maria Gomes de Oliveira, Cangaço.

História das mulheres e das mulheres indígenas no Brasil – Breve nota bibliográfica | Blenda Cunha Moura (NEAB/IFAC)


Resumo: Neste artigo de revisão, descrevemos e comentamos alguns textos clássicos sobre a história das mulheres no Brasil, sobretudo no âmbito dos historiadores. Em seguida, comentamos sobre a raridade da bibliografia a respeito da história das mulheres indígenas e apontamos alguns caminhos que essa historiografia pode trilhar.

Palavras-chave: História das Mulheres, História das Mulheres Indígenas, Historiografia.

Experimentações tecnológicas em aprendizagem histórica – Resenha de Micaela Franciele Costa (UFS) sobre o livro “Ensino de História, tecnologias e metodologias ativas: novas experiências e saberes escolares”, organizado por Priscilla Leite, Cláudia Borges e Arnaldo Szlachta Júnior


Resumo: “Ensino de História, tecnologias e metodologias ativas”, organizado por Priscilla Leite, Cláudia Borges e Arnaldo Szlachta Júnior em 2022, explora o uso de tecnologias no ensino de História. Destina-se a educadores, discutindo a integração de dispositivos eletrônicos na educação histórica. Criticamente, a obra carece de uma contextualização mais profunda e exemplos práticos sobre a implementação de suas abordagens no contexto escolar.

Palavras-chave: Ensino de História, Metodologias Ativas, Saberes Escolares.

Sertanidade e aprendizagem histórica – Revisão da literatura | Sandra Maria dos Santos (SEC/Euclides da Cunha-BA)


Resumo: Este artigo de revisão analisa a cultura popular sertaneja, focando em festas juninas e literatura de cordel no Nordeste brasileiro (2018–2022). Utiliza uma abordagem interdisciplinar para explorar a identidade cultural, espaço e territorialidades do sertão, sugerindo pesquisas futuras para compreender melhor esses elementos na educação histórica.

Palavras-chave: Sertão, Sertanidade, Festa Junina, Literatura de Cordel.

Escrita artificial – Resenha de Marcos Manoel Silva Severiano (URCA) sobre “ChatGPT conta sua história: Como uma máquina aprendeu a escrever”, de ChatGPT IA


Resumo: ChatGPT conta sua história: Como uma máquina aprendeu a escrever” é uma obra inovadora de 2023, escrita pela própria IA ChatGPT. Em 46 páginas, detalha sua evolução e os mecanismos das redes neurais, oferecendo uma perspectiva única sobre como aprendeu a escrever e seus desafios na imitação da linguagem humana.

Palavras-chave: Inteligência Artificial, ChatGPT, Autobiografia, Aprendizagem Computacional.

Desnaturalizando tecnologias — Resenha da Jandson Bernardo Soares (UFRN) sobre o livro “Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes sociais”, de Tarcízio Silvio


Resumo: “Racismo Algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes sociais”, de Tarcízio Silvio, aborda o racismo estrutural nas tecnologias de IA. Silva, mestre e doutor em Ciências Humanas, explora a influência dos algoritmos na reprodução de padrões racistas. Embora repetitiva em alguns aspectos, destaca-se por não adotar um tom fatalista e por sugerir estratégias de combate ao preconceito racial..

Palavras-chave: Racismo, Inteligência Artificial, Tecnologias, Redes Sociais.

Visão contraditória – Resenha de Rômulo Gois de Aragão (UFS) sobre o livro “2041 – Como a inteligência artificial vai mudar sua vida nas próximas décadas”, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan


Resumo: “Como a Inteligência Artificial vai Mudar sua Vida nas Próximas Décadas”, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan, discute otimisticamente o impacto das IAs na sociedade. A obra, dividida em contos futuristas, explora avanços como aprendizado profundo, visão computacional e redes neurais. Apesar de prometer avanços humanitários, o livro não apresenta modelos claros para esses objetivos, levantando questões sobre desemprego estrutural e privacidade digital.

Palavras-chave: Inteligência Artificial, Aprendizagem de Máquina, Redes Neurais.

Visitantes inusitados – Resenha de Antônio Fernando Araújo Sá (UFS) sobre o livro “Memórias de Lampião em Limoeiro”, de Raimundo da Silva Araújo Júnior


Resumo: “Memórias de Lampião em Limoeiro”, de Raimundo da Silva Araújo Júnior, descreve reminiscências sobre a passagem de Lampião pela cidade de Limoeiro, estado do Ceará. O autor narra de forma ambígua a figura de Lampião, destacando personagens locais e a relação da cidade com o cangaço, abordando a complexidade da memória e do poder locais.

Palavras-chave: Lampião, Limoeiro-CE, Cangaço, Memória.

Amor e luta – Resenha de Moisés Santos Reis Amaral (PMF/BA) sobre o livro “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”, de Antônio Amaury Corrêa de Araújo


Resumo: Em “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”, Antônio Amaury Corrêa de Araújo narra a vida de Dadá e Corisco no cangaço, explorando suas origens e desafios. A obra, reconhecida por especialistas, combina relatos orais com análises históricas. Apesar de limitada pela ênfase na oralidade, representa uma contribuição valiosa à historiografia do cangaço, destacando-se pelo estilo narrativo envolvente e pelas entrevistas com contemporâneos.

Palavras-chave: Cangaço, Dadá, Corisco.

Racismo no Brasil — Resenha de Luciana Vilela Dourado Matos (Uneb) sobre o livro “Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser”, de Sueli Carneiro


Resumo: “Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser”, de Sueli Carneiro, explora o racismo no Brasil sob a ótica foucaultiana. Publicado em 2023, o livro aborda o Eu hegemônico e a subjugação do “outro”, oferecendo um estudo detalhado e crítico do racismo brasileiro, mas com uma abordagem complexa que pode limitar sua acessibilidade ao público não acadêmico.

Palavras-chave: Dispositivo de Racialidade, Racismo, Eu.

Animais e deuses – Resenha de Helber Vieira Durães (FAI) sobre o livro “Sapiens – Uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari


Resumo: “Sapiens – Uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari, publicado em 2020 pela Editora Companhia das Letras, explora as revoluções Cognitiva, Agrícola e Científica que moldaram a humanidade. Com 471 páginas, Harari, um historiador israelense, oferece uma perspectiva biológica, social e comportamental da espécie humana.

Palavras-chave: História da Humanidade, Revolução, Sapiens.

Censura Moderna e Tecnopopulismo — Resenha de Bárbara Viana Bezerra Nobre (UFPE) e Maria Enesia da Silva Neta (UFC) sobre o livro “A máquina do ódio: notas de uma repórter sobre fake news e violência digital”, de Patrícia Campos Mello


Resumo: A Máquina do Ódio”, de Patrícia Campos Mello, discute a manipulação de informações nas redes sociais e seus impactos nas eleições globais. A obra mescla experiências pessoais da autora com análises de técnicas como firehosing e microtargeting, destacando a ameaça à liberdade de imprensa e à democracia.

Palavras-chave: Ódio, Redes Sociais, Fake News.

Abordagens da Docência Histórica – Resenha de Clivya Nobre (UFRN), sobre o livro “Histórias do Ensino de História: projetos de nação, materiais didáticos e trajetórias docentes”, organizado por João Paulo Gama Oliveira, Lisiane Sias Manke e Magno Francisco de Jesus Santos


Resumo: João Paulo Gama Oliveira, Lisiane Sias Manke e Magno Francisco de Jesus Santos organizaram a obra “Histórias do Ensino de História: projetos de nação, materiais didáticos e trajetórias docentes”. Esta coletânea reuniu trabalhos sobre a história ensinada no Brasil, no Ensino Primário, Secundário e Superior, nos séculos XIX e XX. Os textos analisam recursos didáticos e seus usos, as trajetórias dos docentes, os projetos para o ensinar História e as relações entre a legislação nacional, os currículos, e as práticas em sala de aula.

Palavras-chave: Ensino de História, História da Educação, Práticas Pedagógicas.

Percursos Monetários Brasileiros — Resenha de Marcos Manoel Silva Severiano (URCA) sobre o livro “A Moeda e a Lei: Uma história monetária brasileira, 1933–2013”, de Gustavo Franco


Resumo: A Moeda e a Lei: Uma história monetária brasileira, 1933–2013, é o mais novo livro dee Gustavo Franco. Trata-se de uma escrita do passado econômico brasileiro após a implementação da moeda fiduciária no país, que viveu a gênese tardia do Banco Central e passou por oito padrões financeiros.

Palavras-chave: História Econômica. Moeda. Economia Brasileira. Inflação.

Justo e verdadeiro — Resenha de Jandson Bernardo Soares (UFRN), sobre o livro “Comissão Nacional da Verdade: o último capítulo da justiça de transição no Brasil?”, de Amanda Cataldo de Souza Tilio Santos


Resumo: Comissão Nacional da Verdade: o último capítulo da justiça de transição no Brasil? foi escrito por Amanda Cataldo de Souza Tilio Santos com o objetivo de investigar a instituição, o funcionamento e os resultados  Comissão Nacional da Verdade (CNV) brasileira. A autora declara que a iniciativa resulta da organização de um corpo legal internacional em torno dos direitos humanos, entre as décadas 70 e 80 do século passado.

Palavras-chave: Comissão Nacional da Verdade, Justiça de Transição, Reparação.

Diálogos na prática – Resenha de Brenda Kerolle (UFS) sobre o “Dicionário do Ensino de História”, organizado por Marieta de Moraes Ferreira e Margarida Maria Dias de Oliveira


Resumo: O “Dicionário do Ensino de História” aborda uma ampla gama de tópicos relacionados ao ensino de história, incluindo a história cronológica, temática e local, bem como métodos de ensino e aprendizagem, políticas curriculares e diretrizes, educação patrimonial e tecnologias emergentes. Outros temas incluem cultura histórica, códigos disciplinares, estereótipos, fontes e narrativas históricas. O livro também explora tópicos como mudança e permanência, consciência histórica, causa e consequência, e a progressão do conhecimento histórico. O volume inclui contribuições de uma ampla variedade de autores e autoras, bem como coordenadoras que ajudaram a organizar a obra.

Palavras-chave: Ensino de História, Dicionário, Formação de Professores de História.

Memórias do Velho Chico — Resenha de Antônio Fernando de Araújo Sá (UFS), sobre o livro “Esboço Histórico e Geográfico do Baixo São Francisco”, de Antônio Xavier de Assis, organizado por Carlos Pinna de Assis e Gilfrancisco dos Santos


Resumo: Esboço Histórico e Geográfico do Baixo São Francisco, é a publicação do manuscrito do mesmo nome, escrito por Antônio Xavier de Assis e organizado por Carlos Pinna de Assis e Gilfrancisco dos Santos. A obra de perspectiva geográfica e historiográfica, aborda a vida em torno do Rio São Francisco, entre os séculos XVII e XIX.

Palavras-chave: Rio São Francisco, Baixo São Francisco, Colonização.

Radicalização à esquerda – Resenha de “Um Feminismo Decolonial” de Françoise Vergès, por Joseane Santos da Costa (SEED-AL/UFS) e Sâmara Cavalcante Rocha (SME-AR/UFS)


Resumo: “Um Feminismo Decolonial”, de Françoise Vergès, apresenta uma análise crítica do feminismo tradicional e eurocêntrico e propõe um feminismo decolonial, que leve em consideração a história, a cultura e as experiências das mulheres não-brancas e colonizadas. Além de apresentar a visão de Vergès sobre o feminismo radical e o papel das mulheres na transformação social, o livro aborda a definição do feminismo decolonial e como ele difere de outras abordagens feministas. O livro também discute a evolução do feminismo para um feminismo civilizatório do século XXI e as possibilidades de construção de uma sociedade mais igualitária e justa.

Palavras-chave: Feminismo Decolonial, Feminismo Tradicional, Mulheres.

Erudição sertaneja – Resenha de Marcelo Santos Nascimento (UFS) e Raul Soares Bomfim (UFS), sobre o livro “Educação no sertão: memórias e experiências das professoras no alto sertão sergipano (1950 – 1970)” organizado por Cacia Valeria de Rezende


Resumo: “Educação no sertão: memórias e experiências das professoras no alto sertão sergipano (1950 – 1970)”, é o livro de Cácia Valeria de Rezende que aborda a trajetória de professoras que atuam no semiárido do estado de Sergipe, pondo ênfase nos projetos e práticas pedagógicas de combate ao analfabetismo entre crianças, jovens e adultos.

Palavras-chave: Professoras, Alfabetização, MOBRAL.

Penalidade e valor em Cirino — Resenha de Pedro Araújo Sampaio (PPGEAFIN/UNEB), sobre o Livro “Criminologia: Contribuição para a crítica da economia da punição”, de Juarez Cirino dos Santos


Resumo: Criminologia: Contribuição Para Crítica da Economia da Punição, escrito por Juarez Cirino dos Santos, aborda o domínio da Criminologia sob perspectiva histórica e fundamentando-se na categoria de classe social.

Palavras-chave: Criminologia, Classe social, Economia da Punição.

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