Epopeias sertanejas — Resenha de Moisés Santos Reis Amaral (UFS), sobre o livro “Lampião em Paulo Afonso”, de João de Souza Lima

João de Souza Lima | Imagem: CaririCangaço

Resumo: Lampião em Paulo Afonso, de João de Souza Lima, é uma investigação histórica sobre as incursões de Lampião em Paulo Afonso, Bahia. Embora enriquecida com testemunhos orais, a obra sofre críticas pela sua estrutura fragmentada e pela inserção de temas alheios ao foco principal, comprometendo a clareza do objetivo de narrar as andanças de Lampião. Ainda assim, o livro é valorizado por preservar relatos orais que ilustram a vida sertaneja na era do cangaço.

Palavras-chave: Lampião, Paulo Afonso-BA, Cangaço.


Lampião em Paulo Afonso é uma obra de João de Souza Lima, lançada em 2007 pela Editora Fonte Viva. Trata-se de um trabalho de investigação histórica dedicado a narrar as incursões de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando de cangaceiros pela região que hoje compreende o município de Paulo Afonso, na Bahia. Especificamente, o livro aborda os povoamentos secundários por onde o chefe supremo do cangaço cultivou amigos e coiteiros, matou, extorquiu e conheceu aquela que viria a ser sua companheira até o fim da vida de ambos, Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita.

João de Souza Lima, pernambucano da cidade de São José do Egito e radicado em Paulo Afonso, Bahia, desde 1970, é um pesquisador do cangaço que construiu uma carreira de escritor autônomo, escrevendo mais de vinte livros. A obra resenhada é o resultado de anos de pesquisa de campo e centenas de entrevistas com antigos coiteiros, soldados, vítimas de Lampião e seu bando, além de diversos parentes de sertanejos e sertanejas da região que, por várias razões, resolveram acompanhar os bandos de cangaceiros. Contendo 38 capítulos distribuídos em 180 páginas, a obra oferece vasta iconografia e uma linguagem leve e simples.

Alguns capítulos dessa obra são, neste trabalho, analisados em conjunto por serem pequenos fragmentos do corpo do texto que têm o mesmo objetivo. Esse é o caso dos capítulos 3 e 6, que visam descrever o modus operandi dos bandos nos locais de escolha das suas alcovas, em passagens rápidas ou pousos de períodos mais prolongados. Nesse trecho, o leitor é convidado a pensar sobre as possibilidades de escolha de um ‘coito’ e como isso influenciou a durabilidade de Lampião no cangaço.

No primeiro capítulo, o autor descreve as razões que o levaram a produzir a obra. Ele reporta que seu interesse pelo tema do cangaço surgiu em 2000, quando participou de um grupo de estudos e percebeu muitas histórias de cangaceiros entre os Paulafonsinos.

O segundo capítulo destoa dos demais. Aqui, o autor aborda um famoso monumento natural, a cachoeira de Paulo Afonso, que teve pouca relação com o fenômeno do cangaço. A inserção desse tema parece ter o objetivo de aumentar o volume do livro em número de páginas.

O quarto capítulo, um excerto de apenas uma página, narra a chegada de Lampião à Bahia, após o ataque malsucedido à cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Esse fragmento poderia ter sido facilmente incorporado a outro segmento da obra.

O conjunto de capítulos que pode ser resenhado em bloco são os capítulos 5, 7–9, 10–11, 13, 15, 17, 19, 21–23, 25, 27–29, 31–34 e 36–37. São uma coletânea de fatos isolados que descrevem mortes, traições, momentos de distração, amores, violência, e constituem passagens da vida errante e à margem da lei desses homens e mulheres. Toda essa diegese tem o propósito de exibir para o leitor o modo de vida do sertanejo nos tempos do cangaço e a relação dos bandos de cangaceiros com a sociedade da época (coronéis a camponeses paupérrimos). Contado em uma linguagem simples, os fatos transmitem um ar de misticismo, dando a ideia de uma quase ficção por ser uma narrativa contínua, raramente interrompida para um adendo ou similar.

No oitavo capítulo, o autor debruça-se sobre a breve biografia de uma cangaceira nascida na região de Paulo Afonso. Ela havia fugido do cangaço e se instalado secretamente em Minas Gerais, fato descoberto pelo autor. A inserção do breve histórico de Durvalina Gomes de Sá, a ex-cangaceira Durvinha desvirtua o objetivo central da obra, que é narrar as andanças de Lampião na região de Paulo Afonso.

O capítulo 12 revela uma faceta diferente dos componentes de um grupo de cangaceiros. Ao contar a história do primeiro filho de Lampião e Maria Bonita, o autor demonstra como se lidava com o nascimento de uma criança no cangaço, incluindo a procura de um coito seguro, a tensão do nascimento e afins. Nesse caso, a criança nasceu morta, revelando a dureza da vida daquelas mulheres e o sentimento de todos diante do trágico acontecimento.

O capítulo 14, a obra apresenta as características religiosas de cangaceiros, paisanos e militares. Aqui, o leitor perceberá que os cangaceiros obedeciam a rígidos preceitos religiosos e mantinham orações pontuais durante determinados períodos do dia. A abstinência sexual em períodos específicos era outra faceta da religiosidade daqueles homens e mulheres.

Lampião e bando em oração | Imagem: Benjamin Abrahão/LampiãoAceso

Os capítulos 16, 18, 24 e 26 expõem a preferência dos cangaceiros por algumas localidades. Esses coitos eram escolhidos por sua geografia, clima e pela presença de pessoas amigáveis ou mesmo pela total inexistência de seres humanos, dependendo da ocasião. Nesses relatos o autor tenta demonstrar ao leitor a perspicácia de Lampião, tido como um grande estrategista.

Como tentamos descrever acima, a organização do livro em diminutos capítulos é um ponto problemático da obra, seja relativo ao estilo, seja em relativo à erudição. Eles podem dar a impressão de que faltaram fontes e rigor metodológico na interpretação. Há passagens onde o autor transmite uma visão maniqueísta dos fatos. Aliado a isso, temos a falta de diálogo entre a metodologia da História Oral e o emprego de fontes de tipos variados que pudessem enriquecer os resultados da investigação. A inserção de temáticas alheias ao problema gerador também é um ponto negativo nesse livro, gerando certa confusão ao leitor.

Por outro lado, devemos destacar as positividades da obra. Um dos pontos altos reside nos registros dos depoimentos orais que certamente seriam perdidas com o passar das gerações. Neste texto, o autor coletou histórias contadas por sertanejos simples, prospectando passagens que marcaram a vida dos envolvidos, muitas delas relatadas já pelos filhos daqueles que viveram os tempos do cangaço.

Lampião em Paulo Afonso é uma obra que se propõe a abordar as andanças e ações de Lampião nas adjacências do que hoje é a referida cidade. Esse problema gerador, como vimos, é desvirtuado em mais de um ponto do livro, quando, ao abordar temáticas diferentes, o autor foge do tema central. Por essa razão, o livro cumpre parcialmente com o que se propõe. A despeito disso, é uma obra que proporciona uma leitura fluida dos fatos que poderiam ter passado incólumes pela historiografia, baseada na oralidade de pessoas simples, habitantes, em sua maioria, da zona rural de uma cidade do interior da Bahia.

Sumário de Lampião em Paulo Afonso

  • O que me levou a escrever esse livro
  • A Cachoeira de Paulo Afonso
  • A Furna dos Morcegos
  • A chegada
  • O Coronel Petro
  • Glória Amedrontada
  • Ângelo Roque Salva Pedro Piroca
  • A cangaceira Durvalina (Durvinha)
  • Combate na Aroeira
  • Estratégia de Matuto
  • Cavaleiros dourados invadem o Sítio do Tará
  • O primeiro filho
  • O poder de fogo do fuzil sucumbe depois de uma morte
  • Oração
  • João Garrafinha e Lino de Zezé
  • Várzea, um dos coitos preferidos
  • A vida por um cavalo
  • Como eram forjados os cangaceiros
  • Os cangaceiros Otília, Suspeito e a Cozinheira Firmina
  • Gigante, um vira-latas de respeito
  • Morte de Sabiá
  • Petu, um sanfoneiro arretado
  • Ezequiel tomba no campo de batalha
  • Juá
  • Morte do cangaceiro Açúcar
  • Brejo do Burgo
  • Catarina de Nevoeiro
  • Muita sede pra pouco copo
  • Somente a verdade
  • As duas faces de Pedro Rimualdo, o cangaceiro Alecrim e o Soldado 914
  • O assassinato do soldado rastejador, Cornélio
  • Alguns goles de valentia
  • O misterioso sumiço de Manoel Tubiba
  • Lampião: o Rei do Cangaço
  • Interrogatório de Relâmpago
  • Interrogatório de Joao de Lúcio
  • Pessoas entrevistadas

Resenhista

Moisés Santos Reis Amaral é mestre pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), licenciado em História pela Faculdade AGES, e atua como professor de História no Município de Fátima/BA (PMF/BA). Entre outros trabalhos, publicou o “Manual didático do professor de História: História local e aprendizagem significativa” (2019). ID LATTES: https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do; ID ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5676-8762; E-mail: [email protected].

 


Para citar esta resenha

LIMA, João de Souza. Lampião em Paulo Afonso. Paulo Afonso: Fonte Viva, 2023. Resenha de: AMARAL, Moisés Santos Reis. Epopeias sertanejas. Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.16, out./nov., 2023. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/epopeias-sertanejas-resenha-de-moises-santos-reis-amaral-ufs-sobre-o-livro-lampiao-em-paulo-afonso-de-joao-de-souza-lima/>.

 


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n. 16, mar./abr., 2023 | ISSN 2764-2666

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João de Souza Lima | Imagem: CaririCangaço

Resumo: Lampião em Paulo Afonso, de João de Souza Lima, é uma investigação histórica sobre as incursões de Lampião em Paulo Afonso, Bahia. Embora enriquecida com testemunhos orais, a obra sofre críticas pela sua estrutura fragmentada e pela inserção de temas alheios ao foco principal, comprometendo a clareza do objetivo de narrar as andanças de Lampião. Ainda assim, o livro é valorizado por preservar relatos orais que ilustram a vida sertaneja na era do cangaço.

Palavras-chave: Lampião, Paulo Afonso-BA, Cangaço.


Lampião em Paulo Afonso é uma obra de João de Souza Lima, lançada em 2007 pela Editora Fonte Viva. Trata-se de um trabalho de investigação histórica dedicado a narrar as incursões de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando de cangaceiros pela região que hoje compreende o município de Paulo Afonso, na Bahia. Especificamente, o livro aborda os povoamentos secundários por onde o chefe supremo do cangaço cultivou amigos e coiteiros, matou, extorquiu e conheceu aquela que viria a ser sua companheira até o fim da vida de ambos, Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita.

João de Souza Lima, pernambucano da cidade de São José do Egito e radicado em Paulo Afonso, Bahia, desde 1970, é um pesquisador do cangaço que construiu uma carreira de escritor autônomo, escrevendo mais de vinte livros. A obra resenhada é o resultado de anos de pesquisa de campo e centenas de entrevistas com antigos coiteiros, soldados, vítimas de Lampião e seu bando, além de diversos parentes de sertanejos e sertanejas da região que, por várias razões, resolveram acompanhar os bandos de cangaceiros. Contendo 38 capítulos distribuídos em 180 páginas, a obra oferece vasta iconografia e uma linguagem leve e simples.

Alguns capítulos dessa obra são, neste trabalho, analisados em conjunto por serem pequenos fragmentos do corpo do texto que têm o mesmo objetivo. Esse é o caso dos capítulos 3 e 6, que visam descrever o modus operandi dos bandos nos locais de escolha das suas alcovas, em passagens rápidas ou pousos de períodos mais prolongados. Nesse trecho, o leitor é convidado a pensar sobre as possibilidades de escolha de um ‘coito’ e como isso influenciou a durabilidade de Lampião no cangaço.

No primeiro capítulo, o autor descreve as razões que o levaram a produzir a obra. Ele reporta que seu interesse pelo tema do cangaço surgiu em 2000, quando participou de um grupo de estudos e percebeu muitas histórias de cangaceiros entre os Paulafonsinos.

O segundo capítulo destoa dos demais. Aqui, o autor aborda um famoso monumento natural, a cachoeira de Paulo Afonso, que teve pouca relação com o fenômeno do cangaço. A inserção desse tema parece ter o objetivo de aumentar o volume do livro em número de páginas.

O quarto capítulo, um excerto de apenas uma página, narra a chegada de Lampião à Bahia, após o ataque malsucedido à cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Esse fragmento poderia ter sido facilmente incorporado a outro segmento da obra.

O conjunto de capítulos que pode ser resenhado em bloco são os capítulos 5, 7–9, 10–11, 13, 15, 17, 19, 21–23, 25, 27–29, 31–34 e 36–37. São uma coletânea de fatos isolados que descrevem mortes, traições, momentos de distração, amores, violência, e constituem passagens da vida errante e à margem da lei desses homens e mulheres. Toda essa diegese tem o propósito de exibir para o leitor o modo de vida do sertanejo nos tempos do cangaço e a relação dos bandos de cangaceiros com a sociedade da época (coronéis a camponeses paupérrimos). Contado em uma linguagem simples, os fatos transmitem um ar de misticismo, dando a ideia de uma quase ficção por ser uma narrativa contínua, raramente interrompida para um adendo ou similar.

No oitavo capítulo, o autor debruça-se sobre a breve biografia de uma cangaceira nascida na região de Paulo Afonso. Ela havia fugido do cangaço e se instalado secretamente em Minas Gerais, fato descoberto pelo autor. A inserção do breve histórico de Durvalina Gomes de Sá, a ex-cangaceira Durvinha desvirtua o objetivo central da obra, que é narrar as andanças de Lampião na região de Paulo Afonso.

O capítulo 12 revela uma faceta diferente dos componentes de um grupo de cangaceiros. Ao contar a história do primeiro filho de Lampião e Maria Bonita, o autor demonstra como se lidava com o nascimento de uma criança no cangaço, incluindo a procura de um coito seguro, a tensão do nascimento e afins. Nesse caso, a criança nasceu morta, revelando a dureza da vida daquelas mulheres e o sentimento de todos diante do trágico acontecimento.

O capítulo 14, a obra apresenta as características religiosas de cangaceiros, paisanos e militares. Aqui, o leitor perceberá que os cangaceiros obedeciam a rígidos preceitos religiosos e mantinham orações pontuais durante determinados períodos do dia. A abstinência sexual em períodos específicos era outra faceta da religiosidade daqueles homens e mulheres.

Lampião e bando em oração | Imagem: Benjamin Abrahão/LampiãoAceso

Os capítulos 16, 18, 24 e 26 expõem a preferência dos cangaceiros por algumas localidades. Esses coitos eram escolhidos por sua geografia, clima e pela presença de pessoas amigáveis ou mesmo pela total inexistência de seres humanos, dependendo da ocasião. Nesses relatos o autor tenta demonstrar ao leitor a perspicácia de Lampião, tido como um grande estrategista.

Como tentamos descrever acima, a organização do livro em diminutos capítulos é um ponto problemático da obra, seja relativo ao estilo, seja em relativo à erudição. Eles podem dar a impressão de que faltaram fontes e rigor metodológico na interpretação. Há passagens onde o autor transmite uma visão maniqueísta dos fatos. Aliado a isso, temos a falta de diálogo entre a metodologia da História Oral e o emprego de fontes de tipos variados que pudessem enriquecer os resultados da investigação. A inserção de temáticas alheias ao problema gerador também é um ponto negativo nesse livro, gerando certa confusão ao leitor.

Por outro lado, devemos destacar as positividades da obra. Um dos pontos altos reside nos registros dos depoimentos orais que certamente seriam perdidas com o passar das gerações. Neste texto, o autor coletou histórias contadas por sertanejos simples, prospectando passagens que marcaram a vida dos envolvidos, muitas delas relatadas já pelos filhos daqueles que viveram os tempos do cangaço.

Lampião em Paulo Afonso é uma obra que se propõe a abordar as andanças e ações de Lampião nas adjacências do que hoje é a referida cidade. Esse problema gerador, como vimos, é desvirtuado em mais de um ponto do livro, quando, ao abordar temáticas diferentes, o autor foge do tema central. Por essa razão, o livro cumpre parcialmente com o que se propõe. A despeito disso, é uma obra que proporciona uma leitura fluida dos fatos que poderiam ter passado incólumes pela historiografia, baseada na oralidade de pessoas simples, habitantes, em sua maioria, da zona rural de uma cidade do interior da Bahia.

Sumário de Lampião em Paulo Afonso

  • O que me levou a escrever esse livro
  • A Cachoeira de Paulo Afonso
  • A Furna dos Morcegos
  • A chegada
  • O Coronel Petro
  • Glória Amedrontada
  • Ângelo Roque Salva Pedro Piroca
  • A cangaceira Durvalina (Durvinha)
  • Combate na Aroeira
  • Estratégia de Matuto
  • Cavaleiros dourados invadem o Sítio do Tará
  • O primeiro filho
  • O poder de fogo do fuzil sucumbe depois de uma morte
  • Oração
  • João Garrafinha e Lino de Zezé
  • Várzea, um dos coitos preferidos
  • A vida por um cavalo
  • Como eram forjados os cangaceiros
  • Os cangaceiros Otília, Suspeito e a Cozinheira Firmina
  • Gigante, um vira-latas de respeito
  • Morte de Sabiá
  • Petu, um sanfoneiro arretado
  • Ezequiel tomba no campo de batalha
  • Juá
  • Morte do cangaceiro Açúcar
  • Brejo do Burgo
  • Catarina de Nevoeiro
  • Muita sede pra pouco copo
  • Somente a verdade
  • As duas faces de Pedro Rimualdo, o cangaceiro Alecrim e o Soldado 914
  • O assassinato do soldado rastejador, Cornélio
  • Alguns goles de valentia
  • O misterioso sumiço de Manoel Tubiba
  • Lampião: o Rei do Cangaço
  • Interrogatório de Relâmpago
  • Interrogatório de Joao de Lúcio
  • Pessoas entrevistadas

Resenhista

Moisés Santos Reis Amaral é mestre pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), licenciado em História pela Faculdade AGES, e atua como professor de História no Município de Fátima/BA (PMF/BA). Entre outros trabalhos, publicou o “Manual didático do professor de História: História local e aprendizagem significativa” (2019). ID LATTES: https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do; ID ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5676-8762; E-mail: [email protected].

 


Para citar esta resenha

LIMA, João de Souza. Lampião em Paulo Afonso. Paulo Afonso: Fonte Viva, 2023. Resenha de: AMARAL, Moisés Santos Reis. Epopeias sertanejas. Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n.16, out./nov., 2023. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/epopeias-sertanejas-resenha-de-moises-santos-reis-amaral-ufs-sobre-o-livro-lampiao-em-paulo-afonso-de-joao-de-souza-lima/>.

 


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.4, n. 16, mar./abr., 2023 | ISSN 2764-2666

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