Institucionalização de princípios morais – Resenha de Jennifer Andreyne Alves dos Santos (UFS) e Valéria da Conceição Eleoterio Santos (UFS) sobre o livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição, de Josineide Siqueira de Santana

Josineide Siqueira de Santana | Imagem: Infonet

Resumo: “Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição”, de Josineide Siqueira de Santana, analisa a educação feminina em Sergipe no século XX. A obra, resultado do mestrado da autora, explora as restrições e influências da Igreja Católica na educação das mulheres, destacando a limitação de suas perspectivas sociais e profissionais. Apesar de uma abordagem pouco crítica, o livro oferece insights valiosos sobre a historicidade feminina e a cultura escolar da época.

Palavras-chave: Práticas Educativas, Educação Feminina, Cultura Escolar.

O livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição, escrito por Josineide Siqueira de Santana e publicado pela Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe — EDISE em 2016, tem como objetivo registrar e analisar as práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição na primeira metade do século XX e como essa educação significou para as órfãs. O prefácio, escrito por Iranilson Biruty, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, reforça a importância da pesquisa histórica realizada pela autora.

A obra é fruto da dissertação de mestrado da autora, intitulada: “Entre bordados, cadernos e orações”: a educação de meninas e as práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição (1922–1969), defendida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe em 2011 (PPGED/UFS). A autora é doutora em Educação pelo mesmo programa e possui experiência em temas como História da Educação, Cultura Escolar, Educação de Órfãs e Educação Feminina. O livro é estruturado em três capítulos, além dos agradecimentos, prefácio, introdução, considerações finais e referências bibliográficas. A obra oferece uma visão rica e detalhada sobre as práticas educativas voltadas para meninas órfãs em duas instituições sergipanas no período de 1922 a 1969, revelando aspectos interessantes da cultura escolar e da formação feminina na época.

O primeiro capítulo da obra tem como objetivo revelar a trajetória difícil das mulheres na busca por uma educação além do âmbito doméstico, na passagem do século XIX para o século XX. A autora apresenta as formas em como as mulheres eram desvalorizadas na sociedade da época e o acesso limitado à educação, restringindo-as a instruções que atendiam apenas aos desejos das famílias, dos cônjuges e do Estado. Essa visão estereotipada da educação feminina foi um grande obstáculo para as mulheres que lutavam por uma formação mais ampla e que desejassem exercer atividades profissionais. No entanto, apesar das dificuldades, muitas mulheres resistiram e lutaram contra os preconceitos e as barreiras impostas pela sociedade, contribuindo assim para uma mudança significativa da educação feminina.

A segunda parte da obra tem como propósito apresentar a trajetória das Irmãs da Imaculada Conceição da Mãe de Deus na educação feminina em Sergipe, no final do século XIX e início do século XX. A autora destaca a importância da vinda dessas congregações religiosas para combater o avanço do protestantismo e a crise enfrentada pela Igreja Católica com a chegada da República no Brasil. O capítulo também aborda a importância do Frei Amando Bahlmann na história da congregação, bem como a trajetória da enfermeira Josefa Felizarda na construção do Orfanato de São Cristóvão em 1911. Destaca ainda a relevância da Lei n° 926, criada em 1925 pelo governador Maurício Graccho Cardoso, que garantiu recursos estaduais para o funcionamento do Orfanato e da Escola da Imaculada Conceição. A autora analisa o perfil das órfãs que frequentavam o Orfanato de São Cristóvão evidenciando a diversidade de origens geográficas das órfãs e a ênfase na educação feminina ligada ao papel de educadora dos filhos e às preocupações governamentais com a formação de cidadãos e a proteção da infância.

O terceiro e último capítulo apresenta uma análise detalhada sobre as experiências das ex-alunas do Orfanato de São Cristóvão e da Escola da Imaculada Conceição, produzido através de depoimentos suas vivências cotidianas. A rígida disciplina, controle dos corpos, papel da religião católica e tabu em torno da sexualidade são alguns dos temas abordados pelos relatos das ex-internas. Além disso, o texto explora as festividades de São Cristóvão e sua relação com o Orfanato e a Escola da Imaculada Conceição, apresentando os significados cívicos e religiosos envolvidos. O capítulo finaliza com depoimentos de ex-alunas, evidenciando os motivos que as levaram a sair da instituição e as marcas que essa experiência deixou em suas vidas, salientando as dores e alegrias dessa geração de mulheres.

Ao longo da obra é possível identificar que a autora faz abordagem limitada sobre práticas educativas em outras instituições, o que prejudica a compreensão do contexto social em questão em outras localidades do estado. Além disso, não há uma visão crítica com relação às práticas educativas centradas no casamento e na maternidade das mulheres. Pensamos que é necessário refletir sobre outras possibilidades de formação e ampliar a perspectiva de vida das meninas, a fim de que esse modelo de educação, pautado em estereótipos de gênero, seja refutado, criando uma visão direcionada a outras possibilidades de formação às meninas, numa perspectiva mais ampla e diversa do mundo.

A autora não apresenta uma posição crítica e questionamentos com relação à influência religiosa na formação da identidade feminina, apenas retrata os fatos aos leitores.

Educação religiosa | Imagem: Colégio Patronato PLBM

Todavia, a obra aborda a educação das mulheres ao longo da história, usufruindo de fontes documentais que auxiliam o leitor a compreender o funcionamento das instituições abordadas, discutindo a diversidade na cultura escolar e seus efeitos na inserção das mulheres no processo de escolarização. Outro ponto a ser destacado é a análise das técnicas de aprendizagem, fundamental para entender a intencionalidade do processo educativo. Ainda é relevante abordagem sobre a influência da religião na formação dessa identidade com uma forma de conhecer os valores éticos de uma dada sociedade. Portanto, a autora traz uma perspectiva multidisciplinar sobre a educação das mulheres ao longo da história, evidenciando como esses diversos aspectos estão interligados e influenciam na formação do indivíduo.

Em síntese, a obra elaborada por Josineide apresenta uma reflexão sobre a cultura escolar e a historicidade feminina em Sergipe. Ao expor a intensa influência da Igreja Católica nos processos pedagógicos da época e como eram realizados os métodos de aprendizagem pelas religiosas, o livro traz à tona a visão limitada que se tinha sobre as mulheres naquele período, suas restrições de atuação na sociedade e os objetivos educacionais que as limitavam a cumprirem os papéis domésticos de boas esposas e mães. Com isso, o livro possibilita um melhor entendimento sobre as dificuldades enfrentadas por essa geração de mulheres ao longo de sua trajetória acadêmica, a compreensão sobre a importância da igualdade de gênero na sociedade e a construção de um mundo mais justo e democrático. Indicamos a leitura desse livro para estudantes de cursos de Pedagogia, Educação ou áreas afins que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre a história da educação feminina e suas faculdades na sociedade, mulheres que buscam inspirações e referências para sua própria formação pessoal e profissional, ativistas e líderes comunitários que trabalham com a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, ressaltando que a luta pela igualdade deve ser abraçada por todos, independentemente do gênero.

Sumário de Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição

  • Introdução
  • 1. Menina Bonita do Laço de Fita
  • 2. Freirinhas de Olhos de Contas Azuis
  • 3. Memórias de Menina
  • Considerações finais
  • Referências bibliográficas

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Resenhistas

Jennifer Andreyne Alves dos Santos é graduanda de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe. ID LATTES: https://lattes.cnpq.br/5988813520256505; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0005-4599-1703; E-mail: [email protected].

 

 

Valéria da Conceição Eleoterio Santos é graduanda de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe. ID LATTES: http://lattes.cnpq.br/9559723495433170; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0004-2419-3166; E-mail: [email protected].

 


Para citar esta resenha

SANTANA, Josineide Siqueira. Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição. Aracaju: Edise, 2016. 218p. Resenha de: SANTOS, Jennifer Andreyene Alves dos; SANTOS, Valéria da Conceição Eleoterio. Institucionalização de princípios morais. Crítica Historiográfica. Natal, v.3, n.13, set./out., 2023. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/institucionalizacao-de-principios-morais-resenha-de-jennifer-andreyne-alves-dos-santos-e-valeria-da-conceiao-eleoterio-santos-sobre-o-livro-casa-de-meninas-praticas-educativas-no-orfanato-d/>.


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.3, n. 13, set./out., 2023 | ISSN 2764-2666

 

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Institucionalização de princípios morais – Resenha de Jennifer Andreyne Alves dos Santos (UFS) e Valéria da Conceição Eleoterio Santos (UFS) sobre o livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição, de Josineide Siqueira de Santana

Josineide Siqueira de Santana | Imagem: Infonet

Resumo: “Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição”, de Josineide Siqueira de Santana, analisa a educação feminina em Sergipe no século XX. A obra, resultado do mestrado da autora, explora as restrições e influências da Igreja Católica na educação das mulheres, destacando a limitação de suas perspectivas sociais e profissionais. Apesar de uma abordagem pouco crítica, o livro oferece insights valiosos sobre a historicidade feminina e a cultura escolar da época.

Palavras-chave: Práticas Educativas, Educação Feminina, Cultura Escolar.

O livro Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição, escrito por Josineide Siqueira de Santana e publicado pela Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe — EDISE em 2016, tem como objetivo registrar e analisar as práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição na primeira metade do século XX e como essa educação significou para as órfãs. O prefácio, escrito por Iranilson Biruty, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, reforça a importância da pesquisa histórica realizada pela autora.

A obra é fruto da dissertação de mestrado da autora, intitulada: “Entre bordados, cadernos e orações”: a educação de meninas e as práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição (1922–1969), defendida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe em 2011 (PPGED/UFS). A autora é doutora em Educação pelo mesmo programa e possui experiência em temas como História da Educação, Cultura Escolar, Educação de Órfãs e Educação Feminina. O livro é estruturado em três capítulos, além dos agradecimentos, prefácio, introdução, considerações finais e referências bibliográficas. A obra oferece uma visão rica e detalhada sobre as práticas educativas voltadas para meninas órfãs em duas instituições sergipanas no período de 1922 a 1969, revelando aspectos interessantes da cultura escolar e da formação feminina na época.

O primeiro capítulo da obra tem como objetivo revelar a trajetória difícil das mulheres na busca por uma educação além do âmbito doméstico, na passagem do século XIX para o século XX. A autora apresenta as formas em como as mulheres eram desvalorizadas na sociedade da época e o acesso limitado à educação, restringindo-as a instruções que atendiam apenas aos desejos das famílias, dos cônjuges e do Estado. Essa visão estereotipada da educação feminina foi um grande obstáculo para as mulheres que lutavam por uma formação mais ampla e que desejassem exercer atividades profissionais. No entanto, apesar das dificuldades, muitas mulheres resistiram e lutaram contra os preconceitos e as barreiras impostas pela sociedade, contribuindo assim para uma mudança significativa da educação feminina.

A segunda parte da obra tem como propósito apresentar a trajetória das Irmãs da Imaculada Conceição da Mãe de Deus na educação feminina em Sergipe, no final do século XIX e início do século XX. A autora destaca a importância da vinda dessas congregações religiosas para combater o avanço do protestantismo e a crise enfrentada pela Igreja Católica com a chegada da República no Brasil. O capítulo também aborda a importância do Frei Amando Bahlmann na história da congregação, bem como a trajetória da enfermeira Josefa Felizarda na construção do Orfanato de São Cristóvão em 1911. Destaca ainda a relevância da Lei n° 926, criada em 1925 pelo governador Maurício Graccho Cardoso, que garantiu recursos estaduais para o funcionamento do Orfanato e da Escola da Imaculada Conceição. A autora analisa o perfil das órfãs que frequentavam o Orfanato de São Cristóvão evidenciando a diversidade de origens geográficas das órfãs e a ênfase na educação feminina ligada ao papel de educadora dos filhos e às preocupações governamentais com a formação de cidadãos e a proteção da infância.

O terceiro e último capítulo apresenta uma análise detalhada sobre as experiências das ex-alunas do Orfanato de São Cristóvão e da Escola da Imaculada Conceição, produzido através de depoimentos suas vivências cotidianas. A rígida disciplina, controle dos corpos, papel da religião católica e tabu em torno da sexualidade são alguns dos temas abordados pelos relatos das ex-internas. Além disso, o texto explora as festividades de São Cristóvão e sua relação com o Orfanato e a Escola da Imaculada Conceição, apresentando os significados cívicos e religiosos envolvidos. O capítulo finaliza com depoimentos de ex-alunas, evidenciando os motivos que as levaram a sair da instituição e as marcas que essa experiência deixou em suas vidas, salientando as dores e alegrias dessa geração de mulheres.

Ao longo da obra é possível identificar que a autora faz abordagem limitada sobre práticas educativas em outras instituições, o que prejudica a compreensão do contexto social em questão em outras localidades do estado. Além disso, não há uma visão crítica com relação às práticas educativas centradas no casamento e na maternidade das mulheres. Pensamos que é necessário refletir sobre outras possibilidades de formação e ampliar a perspectiva de vida das meninas, a fim de que esse modelo de educação, pautado em estereótipos de gênero, seja refutado, criando uma visão direcionada a outras possibilidades de formação às meninas, numa perspectiva mais ampla e diversa do mundo.

A autora não apresenta uma posição crítica e questionamentos com relação à influência religiosa na formação da identidade feminina, apenas retrata os fatos aos leitores.

Educação religiosa | Imagem: Colégio Patronato PLBM

Todavia, a obra aborda a educação das mulheres ao longo da história, usufruindo de fontes documentais que auxiliam o leitor a compreender o funcionamento das instituições abordadas, discutindo a diversidade na cultura escolar e seus efeitos na inserção das mulheres no processo de escolarização. Outro ponto a ser destacado é a análise das técnicas de aprendizagem, fundamental para entender a intencionalidade do processo educativo. Ainda é relevante abordagem sobre a influência da religião na formação dessa identidade com uma forma de conhecer os valores éticos de uma dada sociedade. Portanto, a autora traz uma perspectiva multidisciplinar sobre a educação das mulheres ao longo da história, evidenciando como esses diversos aspectos estão interligados e influenciam na formação do indivíduo.

Em síntese, a obra elaborada por Josineide apresenta uma reflexão sobre a cultura escolar e a historicidade feminina em Sergipe. Ao expor a intensa influência da Igreja Católica nos processos pedagógicos da época e como eram realizados os métodos de aprendizagem pelas religiosas, o livro traz à tona a visão limitada que se tinha sobre as mulheres naquele período, suas restrições de atuação na sociedade e os objetivos educacionais que as limitavam a cumprirem os papéis domésticos de boas esposas e mães. Com isso, o livro possibilita um melhor entendimento sobre as dificuldades enfrentadas por essa geração de mulheres ao longo de sua trajetória acadêmica, a compreensão sobre a importância da igualdade de gênero na sociedade e a construção de um mundo mais justo e democrático. Indicamos a leitura desse livro para estudantes de cursos de Pedagogia, Educação ou áreas afins que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre a história da educação feminina e suas faculdades na sociedade, mulheres que buscam inspirações e referências para sua própria formação pessoal e profissional, ativistas e líderes comunitários que trabalham com a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, ressaltando que a luta pela igualdade deve ser abraçada por todos, independentemente do gênero.

Sumário de Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição

  • Introdução
  • 1. Menina Bonita do Laço de Fita
  • 2. Freirinhas de Olhos de Contas Azuis
  • 3. Memórias de Menina
  • Considerações finais
  • Referências bibliográficas

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Resenhistas

Jennifer Andreyne Alves dos Santos é graduanda de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe. ID LATTES: https://lattes.cnpq.br/5988813520256505; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0005-4599-1703; E-mail: [email protected].

 

 

Valéria da Conceição Eleoterio Santos é graduanda de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe. ID LATTES: http://lattes.cnpq.br/9559723495433170; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0004-2419-3166; E-mail: [email protected].

 


Para citar esta resenha

SANTANA, Josineide Siqueira. Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola Imaculada da Conceição. Aracaju: Edise, 2016. 218p. Resenha de: SANTOS, Jennifer Andreyene Alves dos; SANTOS, Valéria da Conceição Eleoterio. Institucionalização de princípios morais. Crítica Historiográfica. Natal, v.3, n.13, set./out., 2023. Disponível em <https://www.criticahistoriografica.com.br/institucionalizacao-de-principios-morais-resenha-de-jennifer-andreyne-alves-dos-santos-e-valeria-da-conceiao-eleoterio-santos-sobre-o-livro-casa-de-meninas-praticas-educativas-no-orfanato-d/>.


© – Os autores que publicam em Crítica Historiográfica concordam com a distribuição, remixagem, adaptação e criação a partir dos seus textos, mesmo para fins comerciais, desde que lhe sejam garantidos os devidos créditos pelas criações originais. (CC BY-SA).

 

Crítica Historiográfica. Natal, v.3, n. 13, set./out., 2023 | ISSN 2764-2666

 

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